Calculadora de Salário PJ x CLT

Compare os regimes PJ e CLT e descubra qual formato é mais vantajoso para você ou para a sua empresa. Simule salário e benefícios e visualize quanto custa e quanto você realmente ganha em cada modelo.

Uso gratuito e sem cadastro. O resultado é uma estimativa para planejamento.

Como funciona

Confira os principais pontos da comparação PJ x CLT:

  • Simulação personalizada: compare salário bruto, benefícios e encargos dos dois regimes.
  • Cálculo completo: inclua vale-transporte, alimentação, plano de saúde e outros benefícios.
  • Entenda seu ganho real: veja quanto você precisa faturar como PJ para manter o padrão CLT.
  • Ideal para decisões profissionais: ferramenta útil para quem está avaliando uma mudança de regime.
  • Versão MEI disponível: opção para simular como Microempreendedor Individual.
A conta por dentro

Por que o salário bruto não se compara ao valor da nota

Comparar CLT com PJ pelo valor que entra na conta é o erro mais comum, porque os dois lados têm camadas invisíveis. Do lado CLT, o custo do empregador vai muito além do salário: há a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha, prevista no art. 22, I, da Lei nº 8.212/1991, o depósito de FGTS de 8% da remuneração, do art. 15 da Lei nº 8.036/1990, mais o décimo terceiro da Lei nº 4.090/1962 e as férias com o terço constitucional.

Do lado PJ, o valor da nota não é o que sobra. Dele saem o imposto do regime, em geral o Simples Nacional, a retenção previdenciária sobre o pró-labore, limitada ao teto, o honorário contábil mensal, a conta bancária PJ e o custo de emitir nota. Somando tudo, a comparação honesta é entre o custo total do contratante na CLT e o valor líquido que sobra para o prestador como PJ, nunca entre salário bruto e faturamento.

Também entra na conta o que o PJ deixa de ter e precisa provisionar por conta própria: férias, décimo terceiro, FGTS, aviso prévio e afastamento. Quem não guarda essa reserva recebe mais por mês e fica descoberto no primeiro imprevisto. A calculadora dá a primeira leitura da diferença; a decisão depende de quanto você consegue provisionar e de a prestação ser, de fato, autônoma.

  • Lei nº 8.212/1991, art. 22, I (contribuição patronal de 20% sobre a folha)
  • Lei nº 8.036/1990, art. 15 (depósito de FGTS de 8% da remuneração)
  • Lei nº 4.090/1962 (gratificação de Natal, o décimo terceiro)
Atenção

Informações importantes

A calculadora é baseada nas regras atuais de tributação e benefícios de cada regime e fornece uma simulação estimada. Ela não substitui uma análise contábil profissional.

  • Consulte um contador: use esta ferramenta como apoio, mas tome decisões com base em orientação especializada.
  • Cuidado com os valores: os resultados podem variar de acordo com a sua área de atuação, estado e acordos trabalhistas.
Dúvidas

Perguntas Frequentes

Ser PJ é sempre mais vantajoso que CLT?

Nem sempre. PJ costuma render mais no líquido em faixas salariais mais altas, mas exige disciplina para provisionar 13º, férias e reserva. Em valores menores, ou para quem valoriza estabilidade e benefícios, a CLT pode compensar.

Quais custos um PJ tem além dos impostos?

Além dos tributos do CNPJ, há honorários de contabilidade, pró-labore com INSS, eventuais taxas e a necessidade de guardar valores para 13º, férias e imprevistos. A calculadora ajuda a considerar esse conjunto.

Como abrir e manter um CNPJ para atuar como PJ?

A Assertiva cuida da abertura, do enquadramento no melhor regime e da rotina fiscal e contábil, para que você atue como PJ com segurança e a menor carga tributária possível.

Quanto preciso faturar como PJ para empatar com meu salário CLT?

Depende de quanto do pacote CLT você precisa repor. Além do salário, o emprego carrega FGTS de 8%, décimo terceiro, férias com o terço constitucional e a cobertura de afastamento. Como PJ, isso vira provisão sua, e ainda saem imposto do regime, retenção sobre o pró-labore e os custos fixos de manter o CNPJ. A calculadora dá a primeira leitura dessa diferença, e o número muda conforme o anexo do Simples em que a atividade se encaixa.

O custo do meu empregador é só o meu salário?

Não. Sobre a folha incide a contribuição previdenciária patronal de 20%, prevista no art. 22, I, da Lei nº 8.212/1991, e o depósito de FGTS de 8% da remuneração, do art. 15 da Lei nº 8.036/1990, além do décimo terceiro e das férias com o terço constitucional. É por isso que uma proposta PJ costuma vir com valor nominal maior: parte dela é o custo que saiu do empregador e passou para você.

Virar PJ para o mesmo contratante é seguro?

Depende da natureza real da relação, não do contrato assinado. Se houver pessoalidade, habitualidade, subordinação e salário, a relação é de emprego, e a troca do vínculo por nota pode ser questionada, com cobrança retroativa de encargos para o contratante. Quando a prestação é de fato autônoma, o PJ é legítimo e costuma ser mais econômico. É a primeira coisa que analisamos antes de recomendar a mudança.

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